MATEI A PAU! 🔥
Foram 300 mini-abarás no coquetel de boas-vindas à imprensa marselhesa — preparados pelo Abdalla, que já está mais baiano do que Comorian francês
Não encontro expressão melhor para definir a noite de ontem, no lançamento do Festival do Kus-kus no La Criée, diante dos jornalistas franceses! 🌟
Foi uma alegria imensa poder agradecer a todos que tornam esse evento possível e sentir na pele a generosidade do acolhimento — tão diferente do que recebemos do governo do Estado da Bahia e da Prefeitura de Salvador.
Na minha fala, não poderia faltar a lembrança de Manoel Querino e sua importância histórica, nem a homenagem à minha amiga Angélica Moreira, que realizou uma verdadeira virada epistêmica na culinária negra nacional.
Reafirmei também meu compromisso com a culinária tradicional da Bahia, sustentada pelas grandes mulheres que são as verdadeiras patronas desse ofício. Mulheres simples, mas que teceram — com mãos firmes e corações gigantes — um tecido forte, quase inquebrantável, de proteção da nossa cozinha.
No menu, ainda tem o kukussi de grão-de-bico embrulhado em folha de bananeira, Cuscuz de milho com Mariscos, com pitacos da Marie José, e um desfile de doces de dar água na boca:
Quindins, Olho-de-sogra com figos, Tapioca com manga, Manjar de Coco e Gengibre, Cocada de Abacaxi e Ginguba doce de amendoim.
Para brindar, batidas de coco e amendoim, aluá de abacaxi e xixá de tamarindo com figos — tudo bem tropical, colorido e com aquele axé que atravessa oceanos, e traduz a essência da nossa culinária.
Fico devendo as fotos 📸, que logo mais compartilho por aqui.
E, de quebra, já aviso: com a força de Airá, sigo levando comigo uma barca de chefs africanos, nesse reencontro que promete atravessar mares e sabores! 🌊🍲
Axé! ✨
El Cocinero Loko
J’AI CARTONNÉ ! 🔥
Il y avait 300 mini-abarás au cocktail de bienvenue pour la presse marseillaise — préparés par Abdalla, qui est désormais plus Bahianais que Comorien français, et par Siti, à qui je dois complicité et joie ❤️Je ne trouve pas de meilleure expression pour définir la soirée d’hier, lors du lancement du Festival du Kus-kus à la Criée, devant les journalistes français ! 🌟
Ce fut une immense joie de pouvoir remercier toutes celles et ceux qui rendent cet événement possible et de ressentir, dans ma chair, la générosité de l’accueil — si différente de ce que nous recevons du gouvernement de l’État de Bahia et de la mairie de Salvador.
Dans mon intervention, je ne pouvais pas oublier de rappeler l’importance historique de Manoel Querino, ni de rendre hommage à mon amie Angélica Moreira, qui a réalisé une véritable révolution épistémique dans la cuisine noire nationale.
J’ai également réaffirmé mon engagement envers la cuisine traditionnelle de Bahia, soutenue par ces grandes femmes qui sont les véritables patronnes de cet art. Des femmes simples, mais qui ont tissé — avec des mains fermes et des cœurs immenses — un tissu solide, presque incassable, de protection de notre cuisine.
Au menu, il y avait encore : le kukussi de pois chiches enveloppé dans une feuille de bananier, le couscous de maïs aux fruits de mer avec les touches de Marie José, et un défilé de douceurs à faire saliver :
quindins, “œil-de-belle-mère” aux figues, tapioca à la mangue, manjar de coco au gingembre, cocada à l’ananas et ginguba (douceur d’arachide).
Pour trinquer : cocktails à la noix de coco et à l’arachide, aluá d’ananas et xixá de tamarin aux figues — le tout tropical, coloré, et avec cet axé qui traverse les océans et incarne l’essence de notre cuisine.
Je vous dois encore les photos 📸, que je partagerai bientôt ici.
Et en prime, je vous annonce déjà : avec la force d’Aira, j’embarque une barque de chefs africains, dans cette rencontre qui promet de traverser mers et saveurs ! 🌊🍲
Axé ! ✨
@CHAROTH1O
#Elcocineroloko



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