A FÉ, O GARFO – COLETÂNEA DE RECEITAS DO MOSTEIRO DE SOLAN.

A obra é um sopro de calma e inspiração, que nós conduz à um universo onde a alimentação, a espiritualidade e o respeito à terra se entrelaçam com delicadeza e profundidade. 

Não é apenas um livro de receitas, é um convite a desacelerar, a saborear as histórias por trás de cada prato e a refletir sobre a força transformadora da partilha e da vida comunitária.

A escrita é intimista, quase confessional, conduzindo o leitor por uma jornada que combina memórias pessoais, encontros marcantes e reflexões sobre a relação entre alimento, território e espiritualidade.

A grande força da obra está na maneira como ela integra o contexto humano e cultural às receitas, transformando cada prato em um capítulo vivo da história das mulheres de Solan. 

O tom é afetuoso e inspirador, e a autora consegue transmitir a atmosfera do monastério de forma tão vívida que o leitor quase sente o aroma das vinhas, a serenidade das manhãs e a alegria das grandes mesas compartilhadas.

Outro mérito é a valorização da agricultura ecológica e da organização comunitária, sem idealizações superficiais, mas com a sensibilidade de quem vivenciou a rotina e a filosofia do lugar. 

O livro também se destaca pela ausência de proselitismo religioso, privilegiando a acolhida, o diálogo e a transmissão de saberes por meio da prática e da convivência.

Em síntese, é uma obra que alimenta tanto o corpo quanto a alma, capaz de inspirar mudanças de hábitos, reflexões sobre o papel da alimentação em nossas vidas e um novo olhar para o cuidado com a terra. É leitura obrigatória para quem busca cozinhar com propósito e viver com mais sentido.

A introdução do livro La foi, la fourchette – Recueil de recettes du monastère de Solan apresenta a relação profunda da autora com a alimentação desde a infância, e como isso a levou, já adulta, a se interessar por práticas agrícolas sustentáveis e pela vida comunitária nos mosteiros. 

Após ouvir falar do monastério de Solan, ela prometeu visitá-lo, o que concretizou no verão de 2020, durante a pandemia, participando das colheitas e do dia a dia no local.

A autora busca conhecer pessoas que vivam e trabalhem de forma coerente com valores de cooperação e respeito à terra, destacando o encontro com Perrine, agricultora pioneira, e com as monjas de Solan, cuja vida e trabalho refletem generosidade e resistência. Ela compara essas mulheres a árvores de uma mesma floresta, conectadas pela mesma terra e pelo mesmo céu, e sente a necessidade de narrar essa história de território e receitas.

O monastério, além de ser um dos raros mosteiros femininos da França que produz vinho agroecológico, transmite uma atmosfera de paz, sem proselitismo, acolhendo com naturalidade e fluidez. 

A convivência com as monjas revela uma organização horizontal, uma alegria contagiante e uma forma sutil de transmitir valores por meio da amabilidade e da partilha.

La foi, la fourchette – Recueil de recettes du monastère de Solan está disponível na Amazon — em várias versões e lojas:

Disponibilidade na Amazon

Amazon França (Amazon.fr):

A edição em capa dura ilustrada está à venda por 35 €, e há também a versão Kindle (formato eletrônico) por 33,99 €. Ambos os formatos podem ser adquiridos e baixados instantaneamente ou recebidos rapidamente.

Amazon Estados Unidos (Amazon.com):

A edição físico-livro está disponível tanto em versões novas quanto usadas, com preços a partir de US$ 51 (novo) e cerca de US$ 21 (usado).

Amazon Alemanha (Amazon.de):

O livro em capa dura está disponível por 35 €, e a versão Kindle por 33,99 €, com envios para diversos destinos.



Au milieu du rythme effréné des jours, j’ai trouvé un précieux moment pour me consacrer à la lecture de La foi, la fourchette – Recueil de recettes du monastère de Solan, ou « La foi, la fourchette – Recueil de recettes du monastère de Solan ».

L’ouvrage est un souffle de calme et d’inspiration, qui nous conduit dans un univers où l’alimentation, la spiritualité et le respect de la terre s’entrelacent avec délicatesse et profondeur.

Ce n’est pas seulement un livre de recettes, c’est une invitation à ralentir, à savourer les histoires derrière chaque plat et à réfléchir à la force transformatrice du partage et de la vie communautaire.

L’écriture est intimiste, presque confessionnelle, guidant le lecteur dans un voyage qui mêle souvenirs personnels, rencontres marquantes et réflexions sur la relation entre nourriture, territoire et spiritualité.

La grande force de l’ouvrage réside dans la manière dont il intègre le contexte humain et culturel aux recettes, transformant chaque plat en un chapitre vivant de l’histoire des femmes de Solan.

Le ton est affectueux et inspirant, et l’autrice parvient à transmettre l’atmosphère du monastère avec tant de vivacité que le lecteur croit presque sentir l’arôme des vignes, la sérénité des matins et la joie des grandes tables partagées.

Un autre mérite est la valorisation de l’agriculture écologique et de l’organisation communautaire, sans idéalisations superficielles, mais avec la sensibilité de quelqu’un qui a vécu le quotidien et la philosophie du lieu.

Le livre se distingue également par l’absence de prosélytisme religieux, privilégiant l’accueil, le dialogue et la transmission des savoirs à travers la pratique et la convivialité.

En somme, c’est une œuvre qui nourrit autant le corps que l’âme, capable d’inspirer des changements d’habitudes, des réflexions sur le rôle de l’alimentation dans nos vies et un nouveau regard sur le soin apporté à la terre. Une lecture indispensable pour quiconque souhaite cuisiner avec un but et vivre avec plus de sens.

L’introduction de La foi, la fourchette – Recueil de recettes du monastère de Solan présente la relation profonde de l’autrice avec l’alimentation depuis l’enfance, et comment cela l’a menée, adulte, à s’intéresser aux pratiques agricoles durables et à la vie communautaire dans les monastères.

Après avoir entendu parler du monastère de Solan, elle s’est promis de le visiter, ce qu’elle a réalisé à l’été 2020, pendant la pandémie, en participant aux récoltes et au quotidien du lieu.

L’autrice cherche à rencontrer des personnes qui vivent et travaillent en cohérence avec des valeurs de coopération et de respect de la terre, mettant en avant la rencontre avec Perrine, agricultrice pionnière, et avec les moniales de Solan, dont la vie et le travail reflètent la générosité et la résistance. Elle compare ces femmes à des arbres d’une même forêt, reliés par la même terre et le même ciel, et ressent le besoin de raconter cette histoire de territoire et de recettes.

Le monastère, en plus d’être l’un des rares monastères féminins en France à produire du vin agroécologique, dégage une atmosphère de paix, sans prosélytisme, accueillant avec naturel et fluidité.

La vie partagée avec les moniales révèle une organisation horizontale, une joie contagieuse et une manière subtile de transmettre des valeurs par l’amabilité et le partage.


La foi, la fourchette – Recueil de recettes du monastère de Solan est disponible sur Amazon — en plusieurs versions et boutiques :


Disponibilité sur Amazon


Amazon France (Amazon.fr) :

L’édition reliée illustrée est en vente à 35 €, et il existe également la version Kindle (format électronique) à 33,99 €. Les deux formats peuvent être achetés et téléchargés instantanément ou livrés rapidement.


Amazon États-Unis (Amazon.com) :

L’édition papier est disponible en versions neuves et d’occasion, à partir de 51 $ (neuf) et environ 21 $ (occasion).


Amazon Allemagne (Amazon.de) :

Le livre relié est disponible à 35 €, et la version Kindle à 33,99 €, avec expédition vers de nombreuses destinations.

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