ECOLOGIA DECOLONIAL COM MALCON FERDINAND
📌 Leia o texto
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Ferdinand participou do VIII Seminário Internacional Arte!Brasileiros na mesa "A crise ambiental no limite da civilização". Assista à transmissão do evento pelo nosso canal de YouTube.
Esse livro de Malcom Ferdinand propõe uma abordagem decolonial para a ecologia, partindo da experiência caribenha. Ele questiona a forma como a crise ambiental é tratada dentro dos marcos da modernidade ocidental, que historicamente separou a humanidade da natureza e perpetuou desigualdades coloniais.
Podemos explorar várias questões a partir desse texto:
1. A Extinção em Massa e a Poluição Química – Como o colonialismo e o capitalismo impulsionaram a degradação ambiental? A poluição atinge de maneira desigual diferentes populações?
2. O Conceito de Ecologia Decolonial – O que significa pensar ecologia a partir do Caribe? Como isso se diferencia de outras abordagens ambientais?
3. Justiça Climática e Iniquidade Global – Quem mais sofre os impactos da crise climática? Quais são as lutas e alternativas surgidas nos territórios historicamente colonizados?
4. Pensamento Decolonial e Alimentação – Como as tradições alimentares, a agroecologia e os saberes quilombolas podem dialogar com essa perspectiva?
A ideia de uma ecologia decolonial parte do entendimento de que a destruição ambiental não pode ser separada das violências coloniais e da exploração de povos e territórios. Isso ressoa com sua pesquisa sobre a precarização da alimentação sob o neoliberalismo e a homogeneização culinária.
Algumas questões que podemos aprofundar:
A relação entre território, alimentação e colonialismo – Como a imposição de monoculturas e cadeias globais de alimentos reflete uma continuidade da lógica colonial? Como comunidades quilombolas e tradicionais resistem a isso?
Poluição e justiça alimentar – A poluição química mencionada por Ferdinand afeta o solo, os rios e os corpos das populações vulnerabilizadas. Como isso impacta práticas alimentares tradicionais e o acesso a alimentos saudáveis?
Soluções decoloniais – Quais estratégias de resistência alimentar já existem nos quilombos e assentamentos que você estuda? Como a Cozinha de Investigação pode se articular a essa perspectiva?
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