đœ️ III DEBATES-PESQUISA EM CULTURA ALIMENTAR
đ Datas e horĂĄrio:
24 de junho (segunda-feira), das 14h30 Ă s 17h30
26 de junho (quarta-feira), das 14h30 Ă s 17h30
đ» Modalidade:
Evento 100% online, transmitido via Google Meet.
đ️ InscriçÔes:
São gratuitas e abertas até o dia 24/06.
Para participar, acesse o site da iniciativa (gastronomiasocial.org.br) e garanta sua vaga.
đŻ Objetivos do Evento
Estimular o diĂĄlogo entre pesquisa acadĂȘmica, saberes populares, iniciativas comunitĂĄrias e estratĂ©gias de inclusĂŁo social no campo da gastronomia.
Mostrar como a alimentação se conecta com identidades culturais, sustentabilidade e inovação social.
Visibilizar projetos que integraram, em ediçÔes anteriores, prĂĄticas como: uso de PANCs, cajuĂna vegana, farinhada de mandioca, Ăłleo de coco agroecolĂłgico e produção de sorvete artesanal quilombola.
đŁ️ PĂșblico-alvo
Estudantes, pesquisadores e docentes de Gastronomia, Geografia, Sociologia, Nutrição, Antropologia, entre outros.
Chefes, produtores, pescadores, representantes de comunidades tradicionais e organizaçÔes sociais interessadas na cultura alimentar.
Agentes pĂșblicos da ĂĄrea da cultura, segurança alimentar e educação.
đ Formato do debate
•Espaço organizado em rodas de conversa e mesas temĂĄticas, com convidados vinculados aos campos de:
•GestĂŁo cultural e educação alimentar
•Pesquisa acadĂȘmica e tecnologias alimentares
•Empreendedorismo social e economia da gastronomia comunitĂĄria
•TemĂĄticas transversais: Pesquisa aplicada, inovação de produtos, inclusĂŁo identitĂĄria e reflexĂ”es sobre polĂticas pĂșblicas e valorização da cultura alimentar local.
đ Por que participar?
1. Aprender com iniciativas inovadoras, que unem técnica, sustentabilidade e tradição.
2. Ampliar sua rede de contatos, conectando-se com pesquisadores, coletivos, comunidades e instituiçÔes.
3. Inspirar novos projetos, pautados na intersecção entre ciĂȘncia, cultura e territĂłrio.
4. Contribuir com reflexÔes sobre alimentos tradicionais, biodiversidade regional e enfrentamento de desafios culturais e socioeconÎmicos.
✍️ Como participar
1. Acesse gastronomiasocial.org.br
2. Faça sua inscrição gratuita até o dia 24/06
3. No dia do evento, entre pelo link do Google Meet.
4. Prepare-se para interagir, ouvir experiĂȘncias e contribuir com perguntas, conhecimento e energia criativa.
Esse evento Ă© uma excelente oportunidade para quem quer entender e participar de uma construção transformadora da cultura alimentar — especialmente com foco em prĂĄticas que promovem inclusĂŁo, sustentabilidade e inovação social. Caso queira, posso ajudar a personalizar convites, criar posts para redes sociais ou resumir os principais destaques!
đ️ Participantes Confirmados
Selene Penaforte
Superintendente da Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco (EGSIDB).
Pedagoga com doutorado e mestrado pela UFC, especialista em psicomotricidade.
Atua hå anos com formação de professores, cultura alimentar, inclusão e inovação pedagógica, trazendo uma abordagem transformadora à Gastronomia Social .
Marina AraĂșjo
Cozinheira, pesquisadora e gestora cearense.
Coordenou dois restaurantes em Fortaleza e desenvolveu pesquisa sobre a doçaria regional.
Atualmente, dirige o Mercado Alimenta CE, conectando pesquisa e prĂĄtica na culinĂĄria local .
Ricardo ElesbĂŁo
Chefe Adjunto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação na Embrapa Alimentos e Territórios.
Atua fortemente na interface entre ciĂȘncia e cultura alimentar sustentĂĄvel .
đŹ Convidados de EdiçÔes Recentes e Inspiração para os Debates
Vanessa Moreira – Coordenadora de Pesquisa e Cultura Alimentar da EGSIDB. Lidera o “LaboratĂłrio de Criação em Cultura Alimentar” e destaca projetos como a CauĂna, o Ăłleo de coco agroecolĂłgico e a cajuĂna vegana .
Vicente Monteiro, Rojane Alves, Silvanar Soares – Pesquisadores que participaram do laboratĂłrio e desenvolveram produtos inspirados na biodiversidade local (como os mencionados acima) .
JoĂ©lho Caetano – Quilombola de Conceição dos Caetanos, que criou o “Sorvete Farinhada” com mandioca e rapadura no LaboratĂłrio .
Anailton Fernandes – Proponente do projeto “O Mar estĂĄ para peixe”, focado na valorização de pescadores do Serviluz .
đ± Por que eles fazem sentido no debate?
Esses participantes reĂșnem saberes acadĂȘmicos, tĂ©cnicos, populares e comunitĂĄrios, essenciais para uma abordagem plural da cultura alimentar — elemento central do evento:
Perfil Contribuição
Gestores e pesquisadores acadĂȘmicos (Selene, Vanessa, Marina, Ricardo) Unem formação, inovação e polĂticas pĂșblicas.
Empreendedores e produtores locais (Vicente, Rojane, Silvanar, JoĂ©lho, Anailton) Trazem experiĂȘncias prĂĄticas, tĂ©cnicas produtivas e ancestralidade alimentar.
Interseção academia–comunidade Esses projetos sociais e culturais exemplificam a alimentação como ferramenta de fortalecimento comunitĂĄrio, identidade e sustentabilidade.
đŁ️ O que esperar dos debates?
ReflexĂ”es sobre polĂticas pĂșblicas, formação profissional e impacto social da Gastronomia.
Apresentação de pesquisas inovadoras em alimentos tradicionais e de base agroecológica ou comunitåria.
Troca de saberes entre pesquisadores, agricultores, pescadores, empreendedores e gestores culturais.
DiĂĄlogos multidisciplinares que valorizam aspectos identitĂĄrios, nutricionais e coletivos da cultura alimentar cearense e brasileira.



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