Na boca, o sagrado!
Dividir o alimento com os deuses é prática comum em inúmeras culturas, bem como convidá-los para comer conosco.
Em muitas civilizações antigas, os rituais visavam ofertar parte da colheita às suas divindades, de forma litúrgica o alimento tornava-se sagrado.
No candomblé, não poderia ser diferente, o alimento é fundamental, pois é fonte de vida e saúde, ninguém pode viver sem se alimentar. Infelizmente há os que o fazem com precariedade, alguns comem com fartura e desperdício, outros não têm nenhuma opção.
"Graças aos orixás, essa realidade não é definitiva nas cozinhas e mesas das casas de candomblé, sempre fartas, onde após os cultos sabia que logo chegaria o ajeum (comida sagrada que antes de ser servida aos homens, é ofertada aos nossos deuses).
Esse alimento sagrado não supre apenas as necessidades do corpo, mas especialmente as do espírito.
Em todos os terreiros a hora da refeição é momento de confraternização e alegria.
Compartilhar o axé, ou o alimento sagrado, é tomar parte da alegria do outro.
Contudo, vale ressaltar que a alegria que permeia os rituais não deve ser confundida com a falta de respeito.
O Ajeum é um momento muito importante nas festas dos terreiros de Candomblé e Umbanda, isso porque após os ritos de celebração aos orixás são ofertadas comidas às pessoas ali presentes, comidas como carnes de animais sacrificados em honra aos orixás "
(LODY, 2012).
Nesse processo, “o ajeum é a comida, é o ato da alimentação votiva estendendo-se à festa”. (p. 36) Comer não é apenas matar a fome.
Nas liturgias do candomblé, comer é principalmente comunicar, pois tudo é marcado por um tipo de comida ou por muitas comidas.
Tudo come e tudo se come no candomblé
O alimento sagrado é fonte simbólica de riqueza e vitalidade, bem como um elo fundamental entre o órun (céu) e o aiyê (terra), entre os deuses e os homens.
De acordo com Montanari (2008), assim como a linguagem, o sistema alimentar contém e transporta a cultura de quem a pratica, é depositário das tradições e da identidade de um grupo.
Portanto, as práticas alimentares de uma sociedade compreendem um código de comunicação de auto-representação e ao mesmo tempo de troca cultural.
Nas religiões de matriz afro brasileira, tudo começa na feira, espaço também sagrado e dedicado a Exu, que recebe o título de olóoja (dono do mercado), a quem devemos pedir licença ao adentrarmos.
Após as compras, a cozinha é o espaço sagrado de maior destaque e importância, pois é lá onde todo o ritual começa. O Candomblé e as religião de matriz afro brasileira são iniciática e tem na hierárquica, uma das suas Existe uma pessoa designada para exercer cada função.
No caso da cozinha trata-se da iabassê (senhora respeitável que cozinha), cargo este de grande autoridade do templo e dos deuses, e que jamais pode ser desempenhado por homens.
Dentre os atributos da iabassê não incluem apenas o preparo da comida, mas também o zelo com esmero da mesma, observando os preceitos de cada orixá.
Estes preceitos são de fundamental importância para a segurança dos membros da comunidade, pois existem alimentos que jamais podem ser ofertados a certos orixás ou pessoas.
São para nós chamados de ewós ou quizilas, ou seja, proibições. Oxalá, por exemplo, jamais pode comer azeite de dendê.
Existem os ewós individuais e os coletivos, como também os de cada nação. Considerando o contexto em que se insere a produção e o consumo desta comida típica, ressalta-se que a alimentação guarda uma relação intrínseca com a cultura, assim como relata Montanari (2008), o gosto e as preferências alimentares são produtos culturais, reflexos de uma realidade coletiva e partilhável, resultante de uma complexa construção histórica.
Na linha desse pensamento, Poulain (2004) destaca que as práticas alimentares estão na ordem das construções identitárias, para além de se constituírem como sua expressão.
Não só as práticas alimentares, mas a própria culinária, compreendendo-a como código cultural de uso de alimentos e de técnicas de preparo que forjam identidades pela diferença, por suas particularidades (MACIEL, 2004), na esteira do pensamento de Levi Strauss (1968) para quem a cozinha é uma linguagem.
Os orixás compartilham da cozinha votiva com a comunidade, comem com eles, e jamais os rejeitaram. Conheceram a miséria, a fome e os horrores da escravidão. Sobreviveram e nos deixaram iguarias variadas, resultados de misturas surpreendentes de temperos, raízes, grãos, frutos e azeite.
Ewé! A Força que vem das Folhas!
É vital lembrar que as comunidades afro-ameríndias, onde os recursos eram escassos, um fator importante e que vem ao longo dos anos sendo esquecidos, são os alimentos a base de folhas, que fazem parte das praticas alimentares dos povos indígenas e afrodescendentes, que encontraram nas pequenas roças, hortas e quintais uma forma de subsistência criativa, transformando ervas e plantas, em cura e em alimentos.
O próprio termo "Roça" dá significado a muitas casas de candomblé, nos da esta dimensão da importância deste espaço na elaboração cotidiana do alimento votivo.
Neste espaço convivem de forma harmônica, além dos participantes da comunidade, todos os elementos relacionados a natureza, riachos, hortas e herbolários, espaços dedicados aos animais que são alimentados de forma orgânica neste espaço, e que farão parte da alimentação do dia-a-dia, bem como na preparação do alimento votivo, confeccionado para as datas festivas.
As plantas se tornaram essenciais para a sobrevivência da maioria dos seres vivos do planeta, devido não somente à sua importância ecológica, mas também por deterem uma complexa estrutura química, tornando-as indispensáveis na evolução da cultura humana através do fornecimento de uma variedade de materiais para o uso (MEDEIROS, 2010), seja para alimentação, na medicina, nas vestimentas, nos combustíveis, como em outros bens materiais (MINNIS, 2000).
Além dessas necessidades, a utilização das plantas abrange outros contextos como: magia, uso empírico/simbólico e rituais mantenedores e gerenciadores da ordem social (ALBUQUERQUE, 2005), os quais estão presentes em culturas e crenças de comunidades locais em todo o mundo (ALBUQUERQUE & ANDRADE, 2005; ALMASSY-JUNIOR et al., 2005).
Estes alimentos nativos e locais, somaram-se ao sabor marcante que aqui chegou através dos porões dos navios negreiros, e dos intercâmbios entre Bahia e Africa, bem como da Rota das Especiarias, constituíram um sistema alimentar identitário, que compõem a famosa comida baiana, expressa a mesma mistura que formou o povo brasileiro, onde se originaram as mais belas e variadas tonalidades que fazem os afro-descendentes desse país. “Na língua Yorùbá, freqüentemente existe uma relação direta entre os nomes das plantas e suas qualidades, e seria importante saber se receberam tais nomes devido às suas virtudes ou se devido a seus nomes, determinadas características foram a elas atribuídas.” Como ilustração, transcrevemos o trecho de uma preparação Yorùbá para obtenção de dinheiro: PÈRÈGÚN NÍ Í PE IRÚNMOLÈ L’ÁT’ÒDE ÒRUN W’ÁYÉ! (É Pèrègún que chama os espíritos do além para a terra!) PÈRÈGÚN WÁ LO RÈÉ PE AJÉ TÈMI WÁ L’ÁT’ÒDE ÒRUN! (Pèrègún, agora vá e chame minhas riquezas do além!) Pierre Verger
Ervas Litúrgicas
Abàfè = Pata de Vaca
Àbámodá = Folha da Fortuna
Àbàrà Òké = Baunilha de Nicuri
Ábèbè Kò = Tira Teima
Ábèbè Òsún = Erva Capitão
Abéré = Picão Preto
Ábitólá = Cambará
Àfòmón = Erva de Passarinho
Àgbá = Romanzeiro
Àgbàdó = Milho
Àgbaó = Imbaúba
Agbéye = Melão D'Água
Àgbon = Coqueiro
Àgogo = Figueira do Inferno
Àjóbi, Àjóbi Oilé, Àjóbi Pupá = Aroeira Comum, Aroeira Vermelha
Àjóbi Funfun = Aroeira Branca Akan = Cará Moela
Akòko = Acoco Jokonije = Jarrinha Alékèsì = São Gonçalinho
Àlùbósà = Cebola
Àlúkerésé = Dama da Noite
Àlùmóm = Boldo Paulista
Àmù = Sete Sangrias Apáòká = Jaqueira
Àrìdan = Aridan
Àrùsò = Alfazema do Brasil
Àsíkùtá e Efin = Malva Branca
Ata = Pimenta Malagueta
Ataare = Pimenta da Costa
Atopá Kun = Arruda
Àtòrìnà = Sabugueiro
Awùrépépé = Agrião do Para, Pimenta D'Água
Bàlá = Taioba
Balabá = Lirio do Brejo
Bánjókó = Bem me Quer
Bàrà = Melancia
Bejerekun = Pindaíba
Bujè = Jenipapeiro
Dandá = Junquinho
Dankó = Bambu
Efínfín = Alfavaca
Efínrín Kékéré = Manjericão da Folha Miúda, Manjericão Ègé = Mandioca
Ègúsi = Melão
Èkèlegbara = Perpétua
Ekun = Sapê
Elégédé = Abóbora
Èpà = Amendoim
Eré Tuntún = Levante Miúda
Eró igbin = Erva de Bicho
Èsìsì = Urtiga da Folha Grande
Etába ou Asá = Tabaco, Fumo
Étipónlá = Erva Tostão
Ewé Bàbá = Boldo
Ewé Bíyemí = Quebra Pedra
Ewé Boyí = Bétis Cheiroso
Ewé Gbúre = Bredo
Ewé Idá Òrìsà = Espada de São Jorge
Ewé Inón = Folha Fogo
Ewé Isinisini = Mastruz
Ewé Iyá = Pariparoba
Ewé Kúkúndùnkú = Batata Doce
Ewé Lárà Funfun = Mamona
Ewé Lorogún = Abre Caminho
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Aquarela Carybé |
No candomblé, não poderia ser diferente, o alimento é fundamental, pois é fonte de vida e saúde, ninguém pode viver sem se alimentar. Infelizmente há os que o fazem com precariedade, alguns comem com fartura e desperdício, outros não têm nenhuma opção.
"Graças aos orixás, essa realidade não é definitiva nas cozinhas e mesas das casas de candomblé, sempre fartas, onde após os cultos sabia que logo chegaria o ajeum (comida sagrada que antes de ser servida aos homens, é ofertada aos nossos deuses).
Esse alimento sagrado não supre apenas as necessidades do corpo, mas especialmente as do espírito.
Em todos os terreiros a hora da refeição é momento de confraternização e alegria.
Compartilhar o axé, ou o alimento sagrado, é tomar parte da alegria do outro.
Contudo, vale ressaltar que a alegria que permeia os rituais não deve ser confundida com a falta de respeito.
O Ajeum é um momento muito importante nas festas dos terreiros de Candomblé e Umbanda, isso porque após os ritos de celebração aos orixás são ofertadas comidas às pessoas ali presentes, comidas como carnes de animais sacrificados em honra aos orixás "
(LODY, 2012).
Nesse processo, “o ajeum é a comida, é o ato da alimentação votiva estendendo-se à festa”. (p. 36) Comer não é apenas matar a fome.
Nas liturgias do candomblé, comer é principalmente comunicar, pois tudo é marcado por um tipo de comida ou por muitas comidas.
Tudo come e tudo se come no candomblé
O alimento sagrado é fonte simbólica de riqueza e vitalidade, bem como um elo fundamental entre o órun (céu) e o aiyê (terra), entre os deuses e os homens.
De acordo com Montanari (2008), assim como a linguagem, o sistema alimentar contém e transporta a cultura de quem a pratica, é depositário das tradições e da identidade de um grupo.
Portanto, as práticas alimentares de uma sociedade compreendem um código de comunicação de auto-representação e ao mesmo tempo de troca cultural.
Nas religiões de matriz afro brasileira, tudo começa na feira, espaço também sagrado e dedicado a Exu, que recebe o título de olóoja (dono do mercado), a quem devemos pedir licença ao adentrarmos.
Após as compras, a cozinha é o espaço sagrado de maior destaque e importância, pois é lá onde todo o ritual começa. O Candomblé e as religião de matriz afro brasileira são iniciática e tem na hierárquica, uma das suas Existe uma pessoa designada para exercer cada função.
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Foto:Marcel Gautherot |
No caso da cozinha trata-se da iabassê (senhora respeitável que cozinha), cargo este de grande autoridade do templo e dos deuses, e que jamais pode ser desempenhado por homens.
Dentre os atributos da iabassê não incluem apenas o preparo da comida, mas também o zelo com esmero da mesma, observando os preceitos de cada orixá.
Estes preceitos são de fundamental importância para a segurança dos membros da comunidade, pois existem alimentos que jamais podem ser ofertados a certos orixás ou pessoas.
São para nós chamados de ewós ou quizilas, ou seja, proibições. Oxalá, por exemplo, jamais pode comer azeite de dendê.
Existem os ewós individuais e os coletivos, como também os de cada nação. Considerando o contexto em que se insere a produção e o consumo desta comida típica, ressalta-se que a alimentação guarda uma relação intrínseca com a cultura, assim como relata Montanari (2008), o gosto e as preferências alimentares são produtos culturais, reflexos de uma realidade coletiva e partilhável, resultante de uma complexa construção histórica.
Na linha desse pensamento, Poulain (2004) destaca que as práticas alimentares estão na ordem das construções identitárias, para além de se constituírem como sua expressão.
Não só as práticas alimentares, mas a própria culinária, compreendendo-a como código cultural de uso de alimentos e de técnicas de preparo que forjam identidades pela diferença, por suas particularidades (MACIEL, 2004), na esteira do pensamento de Levi Strauss (1968) para quem a cozinha é uma linguagem.
Os orixás compartilham da cozinha votiva com a comunidade, comem com eles, e jamais os rejeitaram. Conheceram a miséria, a fome e os horrores da escravidão. Sobreviveram e nos deixaram iguarias variadas, resultados de misturas surpreendentes de temperos, raízes, grãos, frutos e azeite.
Ewé! A Força que vem das Folhas!
É vital lembrar que as comunidades afro-ameríndias, onde os recursos eram escassos, um fator importante e que vem ao longo dos anos sendo esquecidos, são os alimentos a base de folhas, que fazem parte das praticas alimentares dos povos indígenas e afrodescendentes, que encontraram nas pequenas roças, hortas e quintais uma forma de subsistência criativa, transformando ervas e plantas, em cura e em alimentos.
O próprio termo "Roça" dá significado a muitas casas de candomblé, nos da esta dimensão da importância deste espaço na elaboração cotidiana do alimento votivo.
Neste espaço convivem de forma harmônica, além dos participantes da comunidade, todos os elementos relacionados a natureza, riachos, hortas e herbolários, espaços dedicados aos animais que são alimentados de forma orgânica neste espaço, e que farão parte da alimentação do dia-a-dia, bem como na preparação do alimento votivo, confeccionado para as datas festivas.
As plantas se tornaram essenciais para a sobrevivência da maioria dos seres vivos do planeta, devido não somente à sua importância ecológica, mas também por deterem uma complexa estrutura química, tornando-as indispensáveis na evolução da cultura humana através do fornecimento de uma variedade de materiais para o uso (MEDEIROS, 2010), seja para alimentação, na medicina, nas vestimentas, nos combustíveis, como em outros bens materiais (MINNIS, 2000).
Além dessas necessidades, a utilização das plantas abrange outros contextos como: magia, uso empírico/simbólico e rituais mantenedores e gerenciadores da ordem social (ALBUQUERQUE, 2005), os quais estão presentes em culturas e crenças de comunidades locais em todo o mundo (ALBUQUERQUE & ANDRADE, 2005; ALMASSY-JUNIOR et al., 2005).
Estes alimentos nativos e locais, somaram-se ao sabor marcante que aqui chegou através dos porões dos navios negreiros, e dos intercâmbios entre Bahia e Africa, bem como da Rota das Especiarias, constituíram um sistema alimentar identitário, que compõem a famosa comida baiana, expressa a mesma mistura que formou o povo brasileiro, onde se originaram as mais belas e variadas tonalidades que fazem os afro-descendentes desse país. “Na língua Yorùbá, freqüentemente existe uma relação direta entre os nomes das plantas e suas qualidades, e seria importante saber se receberam tais nomes devido às suas virtudes ou se devido a seus nomes, determinadas características foram a elas atribuídas.” Como ilustração, transcrevemos o trecho de uma preparação Yorùbá para obtenção de dinheiro: PÈRÈGÚN NÍ Í PE IRÚNMOLÈ L’ÁT’ÒDE ÒRUN W’ÁYÉ! (É Pèrègún que chama os espíritos do além para a terra!) PÈRÈGÚN WÁ LO RÈÉ PE AJÉ TÈMI WÁ L’ÁT’ÒDE ÒRUN! (Pèrègún, agora vá e chame minhas riquezas do além!) Pierre Verger
Ervas Litúrgicas
Abàfè = Pata de Vaca
Àbámodá = Folha da Fortuna
Àbàrà Òké = Baunilha de Nicuri
Ábèbè Kò = Tira Teima
Ábèbè Òsún = Erva Capitão
Abéré = Picão Preto
Ábitólá = Cambará
Àfòmón = Erva de Passarinho
Àgbá = Romanzeiro
Àgbàdó = Milho
Àgbaó = Imbaúba
Agbéye = Melão D'Água
Àgbon = Coqueiro
Àgogo = Figueira do Inferno
Àjóbi, Àjóbi Oilé, Àjóbi Pupá = Aroeira Comum, Aroeira Vermelha
Àjóbi Funfun = Aroeira Branca Akan = Cará Moela
Akòko = Acoco Jokonije = Jarrinha Alékèsì = São Gonçalinho
Àlùbósà = Cebola
Àlúkerésé = Dama da Noite
Àlùmóm = Boldo Paulista
Àmù = Sete Sangrias Apáòká = Jaqueira
Àrìdan = Aridan
Àrùsò = Alfazema do Brasil
Àsíkùtá e Efin = Malva Branca
Ata = Pimenta Malagueta
Ataare = Pimenta da Costa
Atopá Kun = Arruda
Àtòrìnà = Sabugueiro
Awùrépépé = Agrião do Para, Pimenta D'Água
Bàlá = Taioba
Balabá = Lirio do Brejo
Bánjókó = Bem me Quer
Bàrà = Melancia
Bejerekun = Pindaíba
Bujè = Jenipapeiro
Dandá = Junquinho
Dankó = Bambu
Efínfín = Alfavaca
Efínrín Kékéré = Manjericão da Folha Miúda, Manjericão Ègé = Mandioca
Ègúsi = Melão
Èkèlegbara = Perpétua
Ekun = Sapê
Elégédé = Abóbora
Èpà = Amendoim
Eré Tuntún = Levante Miúda
Eró igbin = Erva de Bicho
Èsìsì = Urtiga da Folha Grande
Etába ou Asá = Tabaco, Fumo
Étipónlá = Erva Tostão
Ewé Bàbá = Boldo
Ewé Bíyemí = Quebra Pedra
Ewé Boyí = Bétis Cheiroso
Ewé Gbúre = Bredo
Ewé Idá Òrìsà = Espada de São Jorge
Ewé Inón = Folha Fogo
Ewé Isinisini = Mastruz
Ewé Iyá = Pariparoba
Ewé Kúkúndùnkú = Batata Doce
Ewé Lárà Funfun = Mamona
Ewé Lorogún = Abre Caminho
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